Descubra o que é Nutrição Enteral?

A nutrição enteral é usada para transferir nutrientes via oral ou através do tubo digestivo. A dieta enteral também pode ser chamado de alimentação por via oral ou alimentos semipermeáveis, e inclui uma variedade de tipos diferentes ​​de ligações que satisfaz adequadamente as necessidades nutritivas dos pacientes.

Os métodos cardiovasculares são geralmente utilizados na manutenção da nutrição enteral e nas principais doenças clínicas e cirúrgicas. Problemas orais podem ter sintomas como falta de apetite, vômito e dores no ponto de contato do tubo alimentar com o cólon.

Por fim, a nutrição enteral pode ser administrada por via oral (nenhum nível da vasculatura), ou através de uma vez sólida ligação intra-esofágica, esofagoplégil ou nasogástrica em casos mais agudos. Dietas orais passam pelo seguinte processo g para estar disponível para alimentar o paciente.

Nutrição Enteral Diferentes Tipos:

1) Dieta semipermeáveis ​​- estes tipos de ligação são feitos da forma isotônica ou hidrolisada, rica em carboidratos e gorduras, e ajudam a tratar a falta de apetite. Eles aumentam a velocidade do ganho de peso em casos críticos. Geralmente são usados ​​para os pacientes cirúrgicos e com traumas específicos.

2) Dieta semipermeáveis ​​- são os mais utilizados para o tratamento da doença câncer, pois eles promovem um aumento rápido no peso corporal e uma melhoria geral na situação clínica. Eles podem ser divididos em várias categorias, dependendo do nível de permeabilidade da ligação.

Uma dieta com baixa permeabilidade é a base para a alimentação oral completa quando administrada por via oral ou por via endoscópica. Dieta com moderada permeabilidade é geralmente utilizada após a recuperação do paciente ou quando a necessidade de ganho de peso é maior.

Uma dieta com alta permeabilidade é um tratamento eficaz para as infecções graves, e muitas vezes segue-se à dialise parenteral total (DTP) no portador de insuficiência renal grave.

3) Dietas enzimáticas – são feitas da forma microfiltrada ou hidisadas ricos em carboidratos, proteínas e gorduras com baixo nível de fósforo. As dietas enzimáticas são distribuídas em vários grupos clínicos e o seu uso depende do tipo de malnutrição, além das características clínico-laboratoriais dos pacientes (sexo, idade, etnia, hiperparatiroidismo).

4) Dieta parenteral – também chamada de TPN (tube feedings), é um tratamento para casos graves que exigem grande quantidade de calorias e nutrientes. A nutrição enteral é administrada na forma líquida, em geral no estômago ou na veia subcutânea.

5) Dietas lipídicas – são feitas com baixo nível de fósforo e consistem principalmente em óleos com baixa proporção de gordura saturada, que podem causar doença arterial coronariana. As dietas ricas ​​em triacilglicerinas (TG) são usadas para pacientes hipertrigliceridêmicos.

As dietas de óleo para pacientes com insuficiência hepática ou que apresentam alergia ao óleo são feitas com gorduras poliinsaturadas ricas em ácidos graxos omega 3.

6) Dieta magra – as dietas magras podem ser feitas em várias formas: sem glúten, sem lactose, sem proteínas animal e sem sal inferior. O tipo mais usado é a dieta light (magra), mas existem outros tipos de ligações magras, cada uma com características específicas.

7) Dietas pobres em fibras – as dietas hipolipemiantes são feitas por substituição de gorduras e determinadas proteínas com baixo teor de fibras alimentares, reduzindo a gordura total no estômago.

As dietas são normalmente usadas ​​em pacientes que apresentam aumento dos níveis de triglicerídeos após a ingestão da refeição ou que se submeteram a cirurgia bariátrica.

A principal vantagem das dietas para Nutrição Enteral é que elas garantem resultados rápidos, mas podem causar deficiência de vitaminas e minerais.

8) Dieta assumida ou não controlada – as dietas assumidas são feitas com baixo teor de calorias (< 55 kcal / kg), enquanto as não controladas contêm menos proteínas do que os normalmente necessários para a manutenção do peso corporal.

A absorção da alimentação nasogástrica pode ser prejudicada pelo curto espaço no estômago, evitando a eficácia das dietas.

9) Dietas para diabéticos – as dietas adequadas para pacientes com diabetes tipo 1 ou 2, são feitas com baixo teor de glicose, proteínas e calorias. Elas podem ser ricas em carboidratos complexos ou limitados a 50-55% da necessidade diária de carboidratos, dependendo do nível de controle metabólico do paciente.

As dietas têm de ser usadas ​​no tratamento dos pacientes diabéticos sempre sob orientação médica.

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